Por: Jaime Inácio
15 depois da realização das eleições gerais, a Gender Links Moçambique, uma Organização Não-Governamental que trabalha na defesa pelos direitos e interesses da mulher, convidou nesta sexta-feira a imprensa para apresentação de dados relativos ao papel da mulher moçambicana no quadro político nacional e experiências desta durante o processo eleitoral.
A coordenadora do movimento Alice Banze, afirma que os estados assinantes da agenda 2030, no contexto da conquista do terreno e dinamismo por parte da mulher, vem mostrando imperfeição daí a necessidade de constatar o paradigma doravante, resolver o infortúnio.
Segundo a fonte, não cabe só a Gender Links mobilizar e dinamizar o empoderamento da mulher em posições de governação ou liderança, como também reconhece o papel da mídia na expansão dos valores que ela garega. Jacinta Namitambo, jornalista Sénior da Rádio Moçambique falou em nome das mulheres jornalistas no país engajados na cobertura de processos eleitorais desde o ano 1994, entretanto faz uma avaliação progressiva.
São notórias as manifestações das mulheres no engajamento da luta pela estabilidade, melhoria e liderança em todos os níveis no país, um exemplo claro de ambição saudado pela Gender Links, é o sinal de aparição de Alice Mabote na concorrência directa pela presidência da República, facto inviabilizado por questões processuais.
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